quinta-feira, 25 de maio de 2023

Rede anti social - professor explica porque abandonar as redes sociais

 


tenho rede social, lembro dela há cada 30 dias por ai ou mais...

ter mais tempo sobrando, olhar para o mundo e as coisas fora das lentes das redes sociais, fazer atividades analógicas, ler um livro, ir ao cinema, jogar game(offline), tagarelar aleatoriamente com a minha companheira (enquanto ela rola telas pelo instagran), ouvir música da minha coleção de mp3, cds e vinis e andar de motoca por aí sem proposito especifico... são algumas das coisas cada vez mais valiosas e que me deixam bem. 

antes da histeria das redes sociais e suas futilidades, informações alheia e lugares glamorosos a vida era feita de vários e vários tempo livre...tinhamos q fazer coisas interessante...FATO!

aprecie o vídeo, gostei das dicas.



sábado, 8 de abril de 2023

Hurriganes - Rock and Roll All Night Long (1973)


Hurriganes
 Origem: Helsinque / Finlândia 
Rock and Roll All Night Long
Ano:1973
Full Album:

Tudo que você precisa saber sobre o lado mais sincero do Rock n roll em um único álbum, toda uma potência e vontade de tocar podemos conferir com os HURRIGANES. Quem ama Blues vai sacar que os caras sugaram o timbre de guitarra e linhas melódicas de mestres como Albert king e John Forgerty...é logico, tudo mais acelerado, um pouco rachado, lembrando um pub rock/proto punk. 

Hurriganes é considerada uma das primeiras banda de rock finlandesa que obteve algum reconhecimento comercial no exterior. Muitas das bandas de rock finlandesas posteriores reconhecem Hurriganes como o grande pioneiro da Finlândia no gênero. Hurriganes ganhou fama desde o início com uma presença de palco selvagem e enérgica, de um tipo nunca antes experimentado na Finlândia. O repertório da banda incluía várias versões de clássicos do rock n roll e blues dos anos 1950/60, incluindo " Slippin' and Slidin' " de Little Richard e " Roadrunner " de Bo Diddley. Roadrunner  acabou nomeando o segundo álbum dos caras, rendendo o único disco de ouro da turma. Mas aí já é assunto pra ouuutra postagem...aquele abrax.





sexta-feira, 7 de abril de 2023

Na Trilha Do Blues - podcast

 


Caminhando pelo lado esquecido da internet me deparo com coisas curiosas, eis que os algoritmos acertaram dessa vez, largou esse ótimo podcast no meu caminho: NA TRILHA DO BLUES. Um programinha de rádio, de poucos anos atrás, dedicado à historia do Blues...Material  bem didático e recheado de clássicos. 


apenas aprecie:

https://natrilhadoblues.podbean.com/e/test00/

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Death - ...For The Whole Word To See (1975)

 

Death
 Origem: Detroit / EUA 
...For The Whole Word To See
Ano:1975
Full Album:
cai dentro or die

Esqueça todo aquele conto de fadas sobre Ramones, Crass, Discharge ou Sex Pistols...começo dos anos 70, três negros suburbanos já produziam o que chamariam de punk rock e ainda fizeram tudo isso muito melhor com muita inovação. Eram teimosos, não aceitavam tocar o que todos esperavam que eles tocasse, queriam rock selvagem, proletário, espiritualista (!) direto e com satisfatórias doses de técnica, grooves, ótimos vocais e velocidade na bateria. Guitarra e baixo impecáveis... Uma música antes do seu tempo, estavam levando o rock n roll para o futuro. Chegaram a fechar contrato com uma grande gravadora multi nacional, mas não aceitaram que mudassem o nome da banda, não aceitaram que os transformassem em músicos de R&B e outros estereótipos do tipo...mesmo q viessem de uma escola funk/R&B os jovens adultos do DEATH queriam ROCK´N´ROLL autentico, rápido e cheio de fúria. Lançaram maravilhosos trabalhos de forma independente e encerraram as atividades por volta de 77/78...Depois voltaram com nova formação e a mesma qualidade por volta dos anos 2010, mas aí já é assunto pra outra postagem. Conheça a verdade neste play or die...melhor, DEATH!!!

BIÖ
O Death foi formado no início dos anos setenta na cidade de Detroit pelos irmãos Hackney, David na guitarra, Bobby no baixo e vocais e Dannis na bateria, naquela época se você era negro e queria ganhar a vida com música tinha que tocar com a Motown, mas os irmãos queriam mesmo era tocar o seu rock n’ roll com influências do The Who, Alice Cooper  e Jimmy Hendrix. O que causava a irritação dos vizinhos e os comentários de que eles estavam fazendo música de branco.

O nome Death surgiu após a morte do pai deles em um acidente de carro, David, que era o líder da banda e principal motor criativo, criou o conceito espiritualizado por trás do nome, mas esse nome foi uma das causas da baixo alcance que a banda teve. “Ninguém ia querer ver uma banda chamada Death” era o que diziam os irmãos de David, mas ele se manteve fiel a mensagem que queria passar com a banda e ao que acreditava. O Death estavam muito a frente do seu tempo e essa foi uma das causas de terem atuado apenas no underground.

terça-feira, 4 de abril de 2023

Demented Are Go - In Sickness & In Health (1986)



Demented Are Go 
 Origem: Cardiff / País De Gales 
In Sickness & In Health
Ano:1986
Full Album:

Algumas pessoas possuem seu próprio conceito de anarquia, e para a sorte de quem ama punk rock e rock´n´roll, como eu, alguns desses delinquentes são seres como os DEMENTED ARE GO. Surgindo nos calabouços do underground, no começo dos anos 80, Mark Sparky e seu bando brincam de balburdia no precipício da insanidade e da promiscuidade. O som do grupo é como um feitiço, uma vez que o baixo, batera e guitarra preenchem de selvageria todo corpo e consciência do enfeitiçado. Ai você sempre quer mais... Algumas bandas do Psychobilly possuem esse mojo fanfarrão, tribal e sinistro onde você saca pelo som e pelo visual que existe algo muito, muito além do rock convencional...sabe que ali tem muita, muita coisa errada e mesmo assim você vai ouvir e mexer o esqueleto. O enfeitaçado fica atraído pela estética perigosa e inconfundível  que mistura "causos" de horror com a sonoridade anos 50/60 (rockabilly, R&B, doo woop, country) adtivada de pura energia do velho punk rock. O DEMENTED ARE GO ainda possui guitarras e vocais que muitos tentam copiar (...ou são influenciados) e mesmo assim eu nunca ouvi algo igual por aí. Não tem como escapar! Aprecie com moderação, se for capaz... 




sábado, 18 de março de 2023

#02 Loucas Trilhas - podcast




Então meus considerados, hoje resolvi iniciar um novo tipo de material nesse empoeirado blog! Segura ai um podcast / programa de rádio de amigos e colegas, no qual fiz pequenas colaborações. 
Este em especial chama-se Belas Trilhas, carinhosamente apelidado (por mim) de Loucas Trilhas...assim que vou chamar e assim que vai ser. Não se desespere, mesmo assim os sempre funcionais MP3 de rock, blues e outras coisas fora de moda continuarão visitando o pedaço! Em breve alguns "mixtape" bacanas com alguns comentários sobre a banda, artista ou a faixa em questão pra quem interessar e quiser curtir numa boa.

nesta edição o LOUCAS trilhas fez um pequeno passeio por algumas comédias que tiveram grandes trilhas sonoras: Um Lugar Chamado Notting Hill, de 1999, produção britânica dirigida por Roger Michell, e estrelada pelo auto-declarado ex-galã Hugh Grant e Julia Roberts;
a comédia romântica musical Mamma Mia, dirigida por Phyllida Lloyd; Perks of Being a Wallflower, Vantages de Ser Invisível, no Brasil. A produção,  baseada no romance homônimo de Stephen Chbosky , que também assina roteiro e direção do longa, captura com delicadeza a angústia e a fragilidade de se ser um adolescente fora da curva. No final da edição vários filmes por onde passaram o trabalho de Caetano Veloso. Destaque para a película de Fale Com Ela, de Pedro Almodóvar, de 2002. Em uma cena, o jornalista Mario Zuluaga, vivido pelo ator argentino Dario Grandinetti, sai chorando de uma festa onde Caetano tocava Currucucu Palloma com um trio de cordas.